sexta-feira, 10 de julho de 2009

Abertas adesões para 3ª etapa do programa TOPA 2009

Estão abertas as adesões para a terceira etapa do programa Todos pela Alfabetização (Topa) 2009. Jovens, adultos e idosos interessados em se inscrever devem procurar as Diretorias Regionais de Educação (Direc) ou secretarias de Educação dos seus municípios. Já as entidades dos movimentos sociais e sindicais que desejem aderir ao programa, devem procurar a Direc. Até o momento, 278 prefeituras e 500 entidades entre sindicatos, ONGs, associações de bairro e outras organizações já fecharam parcerias.O programa da Secretaria de Educação do Estado da Bahia (SEC) tem como objetivo alfabetizar um milhão de baianos, a partir de 15 anos, até 2010. Na primeira etapa, em 2007, o programa alfabetizou 171 mil pessoas. Já na segunda etapa, em andamento, estão em processo de alfabetização 351 mil pessoas.
O programa prevê o cumprimento de oito meses de atividades de sala de aula, considerando as realidades locais, as especificidades territoriais e as populações atendidas (pescadores, agricultores, barraqueiros, marisqueiros, remanescentes de quilombolas, dentre outras), traduzidas pela sazonalidade, gerando calendários específicos nas localidades atendidas pelo programa.
Na terceira etapa, o Topa pretende atingir a meta de 300 mil alfabetizandos. Além de promover uma educação de qualidade para a população, o programa trabalha para garantir aos alunos a continuidade dos estudos, seja nos cursos de Educação de Jovens e Adultos ou regulares.
Esse ano, a atenção dos organizadores do programa está voltada, especialmente, para as entidades de pescadores, quilombolas, comunidade carcerária e indígenas. Com a finalidade de garantir a qualidade do programa, está sendo realizado, no início de cada etapa, um programa de formação inicial e continuada para os alfabetizadores, coordenadores de turma e tradutores intérpretes de Libras.


Um dia desses, com calma, vamos discutir a proposta pedagógica do Programa TOPA.


É importante construirmos uma rede de saberes que venham favorecer a construção coletiva de práticas educativas-emancipadoras que levem em consideração a realidade local dos aprendizes. É tempo de plantar e de colher...


Há Braços Fortes.

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